30 novembro 2011

25 agosto 2010

Universidade de Verão da JSD

Durante uma semana, de 30 de Agosto a 5 de Setembro, a Juventude Social Democrata (JSD), organiza mais uma edição da Universidade de Verão, na bela e formosa “Sintra do Alentejo”, a vila de Castelo de Vide.
Desde 2003 que se realizam as Universidades de Verão promovidas conjuntamente pelo PSD, a JSD, o Instituto Sá Carneiro e o Partido Popular Europeu, mas onde é preponderante e imprescindível a dinamização do eurodeputado Carlos Coelho.
Afirmando-se como uma verdadeira Academia de Formação, a JSD consegue com mais esta iniciativa, numa jornada de estudos intensivos, formar uma selecção de jovens quadros de elevado potencial, através de um naipe de formadores e oradores de grande qualidade.
Esta actividade reveste-se de muita importância e já serviu de exemplo a outras juventudes partidárias e até partidos, no âmbito da formação política dos jovens, para se afirmarem como cidadãos de pleno direito, apelando à sua intervenção cívica.
Escrevo sobre esta iniciativa, pois tive oportunidade de participar na edição de 2008 e posso garantir que apesar de ter muitos anos de participação activa no PSD e na JSD, esta foi a melhor e mais enriquecedora das actividades em que tive o prazer de participar.
Para mim a actividade política deve ter como objectivo essencial a resolução de problemas e a demanda permanente do desenvolvimento. Para tal é necessária reflexão, eventual produção de documentos e a natural procura da solução para as dificuldades em causa.
Uma iniciativa como a Universidade de Verão é fundamental para a criação destes (bons) hábitos da actividade política, que por vezes não estão na primeira linha de actuação dos dirigentes.
Para mim, que na altura era o participante mais velho e com conhecimento da “máquina”, foi muito satisfatório contactar com outros jovens, alguns com quase tanto de idade como eu de militância, onde em muitos casos era a primeira vez que participavam activamente numa iniciativa de carácter formativo.
Aproveitei esta oportunidade, para transmitir que infelizmente o mundo da política não é como o da Universidade de Verão. Apesar do nosso esforço físico e mental em tal actividade durante uma semana de elevada intensidade, muitas vezes a política consome energias em estéreis guerras internas ou até pessoais, por tudo menos a resolução dos problemas das populações.
Mas o que interessa relevar é a importância da realização de tais iniciativas que devem sim ser o ponto principal da acção política, felizmente e em boa hora a JSD soube alargar o âmbito, organizando também a Universidade Europa (subordinada a temas europeus) e a Universidade do Poder Local (essencial para a formação de jovens autarcas).
Tenho a certeza que estas iniciativas têm surtido o seu efeito, gerando uma geração de jovens mais interventivos, com elevada capacidade de intervenção, mas sobretudo com muito espírito crítico, não sendo “yes men” ou “yes girls”.
A Universidade de Verão está a ser o berço de uma nova postura e prática na política. Não importa que a copiem, ela foi organizada para ser exemplo e felizmente está a ser.
A melhor atitude que os participantes nestas actividades devem fazer e no fundo todos os jovens que felizmente participam activamente nas juventudes partidárias e nos partidos políticos, é continuar a lutar por um futuro melhor para todos e não apenas para si próprios.

20 agosto 2010

Quebra-cabeças de Verão

Portugal detém uma área florestal correspondente a 38% do território nacional. No entanto, de ano para ano, esta percentagem tem vindo a diminuir substancialmente e, em 2010, a área ardida é já superior a 70 mil hectares. Para além de todos os prejuízos materiais já registados, três bombeiros perderam a vida no combate aos incêndios. A Polícia Judiciária deteve cerca de vinte presumíveis incendiários, o que vai de encontro às suspeitas de mão criminosa no deflagrar da maior parte dos incêndios. Contudo, a falta de limpeza das matas continua a representar um dos principais obstáculos no combate às chamas.

Independemente de a moldura penal prevista para este tipo de crimes ser ou não suficiente, não é essa a verdadeira questão. Incendiários, ou potenciais incendiários, certamente não cometem o crime com a intenção de serem apanhados e condenados. Assim, e uma vez que é irrelevante para o infractor a sanção de que poderá ser alvo, a melhor forma de contribuir para o atenuar de um problema que todos os verões se revela um verdadeiro quebra-cabeças é, claro está, a limpeza das matas.

Porém, surgem vários problemas: terrenos abandonados, proprietários sem condições económicas para proceder às operações de limpeza e, verdade seja dita, um grande número de terrenos pertencentes ao próprio Estado que necessitam de ser limpos. Não menos importante, é também fundamental encontrar um destino para os resíduos provenientes da limpeza.

Identificados os problemas, urge encontrar soluções. A rede de centrais de biomassa florestal, distribuída pelo território nacional, oferece a melhor e mais rentável solução para o tratamento dos resíduos florestais e, além de produzir energia de uma forma ecológica, ainda permite realizar uma poupança significativa na importação de barris de petróleo. Em 2009, a energia produzida por estas centrais foi equivalente à produzida com o recurso a 268 mil barris de petróleo, o que a um preço médio de 60 dólares por barril significou uma poupança superior a 16 milhões de euros.

A construção de 16 novas bioeléctricas, anunciada já este ano pelo Governo e cuja conclusão se encontra prevista para 2012, num investimento avaliado em aproximadamente 575 Milhões de euros poderá, sem margem de dúvidas, contribuir para uma gestão muito mais eficiente no processamento dos resíduos florestais.

Ainda assim, a questão dos terrenos abandonados, maioritariamente por incapacidade financeira dos seus proprietários para os preservar, carece de uma solução adequada. A legislação em vigor prevê a aplicação de coimas aos proprietários que não cumpram com a limpeza das suas propriedades. No entanto, a consciência das dificuldades que eventualmente iriam surgir de uma aplicação cega da lei conduz à falta de zelo. Está claro que o Estado não pode, nem deve, em circunstância alguma, substituir os particulares naquilo que são as suas responsabilidades legais, porém deve legislar atendendo à realidade destes.

Concluindo, e considerando que a médio-longo prazo a limpeza das matas pode mesmo tornar-se auto-sustentável e rentável, porque não começar a equacionar a atribuição de subsídios complementares, por escalões, àqueles que, mediante apresentação de elementos comprovativos de incapacidade económica, demonstrem não ter como proceder à limpeza das suas propriedades?

Mesmo sem considerar as eventuais e previsíveis subidas e oscilações no preço, 25 centrais bioeléctricas em funcionamento permitirão poupar, certamente, mais de 45 Milhões de euros anuais em importação de barrís de petróleo. Além disso, e sem ser possível contabilizar todo o esforço e sofrimento humano associado ao combate dos incêndios, é importante referir que só este verão, o quebra-cabeças já resultou em prejuízos estimados superiores a 200 milhões de euros. Como diria um antigo primeiro-ministro português “é fazer as contas!”

23 julho 2010

Os alicerces da Jovialidade.

O Futuro é uma consequência da incerteza das atitudes tomadas no presente. Desta forma, o passado constitui um poço de riqueza no que corresponde à experiência necessária, objectivando um futuro coeso e equitativo. Serve então para realçar a extrema importância que cada um de nós, jovens, temos na construção de uma sociedade menos reaccionária e desinteressada e sim numa Sociedade cada vez mais ampla a nível intelectual, proporcionando a criação de alicerces cada vez mais seguros. Assim, poderei afirmar que os Jovens são realmente o futuro de toda uma sociedade, «outrora» desmistificada.

Um bem Haja,

Marco Dias Rodrigues

28 junho 2010

Produtividade, Motivação e Planeamento

Duas deputadas do Partido Socialista na Assembleia da República “descobriram” a causa dos problemas de produtividade do país. Os feriados.
Apresentaram um projecto de resolução que aventa o corte de quatro feriados nacionais e a criação de um novo. Sugerem, entre outros, para o fim do 5 de Outubro, dia da Implantação da República, que este ano celebra o primeiro centenário.
A proposta das deputadas socialistas Teresa Venda e Rosário Carneiro, visa eliminar dois feriados civis e dois religiosos. No ensaio da proposta, além do 5 de Outubro, são eliminados o 1 de Dezembro, dia da Restauração, o Corpo de Deus e o de Todos os Santos (1 de Novembro).
As deputadas sugerem também que se colem feriados aos fins-de-semana que se lhes seguem, para acabar com pontes, com excepção para o Natal e Ano Novo. Também é proposta a criação do feriado de 26 de Dezembro, Dia da Família. Resumindo, de 14 passaríamos a ter 11 feriados.
Dos actuais 27 Estados membros, Portugal ocupa o sétimo lugar da lista dos países que gozam mais dias de férias e feriados (39 dias). O primeiro lugar pertence à Suécia, onde cada trabalhador tem direito a gozar 42 dias anuais, em contraste com a Estónia, com apenas 26 dias de descanso.
Há profundas diferenças na atribuição de dias de férias, feriados e tempo de trabalho anual na União Europeia (UE), revela o Observatório Europeu das Relações Laborais (EIRO).

Entendem as senhoras deputadas que diminuindo o número de feriados e alterando o seu dia de celebração para eliminar pontes, se aumentará a produtividade. Mas a produtividade não cresce por se trabalhar mais.
A produtividade pode ser definida como a quantidade de bens e serviços que um trabalhador produz num determinado período de tempo. O que interessa é a rentabilidade do tempo de trabalho. Produzir mais, trabalhando menos.
Por exemplo se houver um aumento de 10 dias de trabalho num ano (que não é o caso), isso equivale a aumentar o período de trabalho em 20 minutos por dia, ou a diminuir esse tempo nos intervalos.
São medidas destas que precisamos?
Esta proposta na minha opinião peca por não ter impactos económicos, além de prejudicar os sectores que beneficiam com as pausas, restauração, comércio, etc., e é uma proposta que se reveste de algum ridículo ao querer que se celebrem os feriados fora do dia consagrado. Alguém se vê a comemorar o 25 de Abril, a 23, 24, 26 ou 27 de Abril? E o Primeiro de Maio, festejado a 30 de Abril ou a 2 de Maio? Enfim, não faltam exemplos.
Por outro lado, o desaparecimento do 5 de Outubro, até parece castigo por ter atingido o centenário e para mim é confrangedor que duas deputadas eleitas pelo PS mas oriundas de movimentos católicos defenderem o desaparecimento do feriado de Todos os Santos, este até podia não ter dia fixo, mas desaparecer, quando é um dia importante para as famílias e também porque é o dia consagrado a todos os santos que não têm celebração durante o ano. Esta é caso para dizer “não lembraria ao diabo.”
Não me admiro se qualquer dia quiserem também que celebremos o nosso aniversário apenas e só se calhar ao fim de semana.
Sobre o dia da família, a 26 de Dezembro, acho muito bem que seja celebrado e até realçado, mas sem necessidade de ser feriado. Basta que se promova a família, sua construção e proliferação, mas com o que ultimamente se tem passado, não sei não…
Mas voltando à questão da produtividade, é pena que na Assembleia da República não se lembrem é de atacar interesses instalados, cortar em benesses exageradas, diminuir a despesa pública e sobretudo combater a burocracia e excesso de serviços e institutos públicos que se sobrepõe.
Mas aumentar a nossa produtividade não é só e apenas função do Estado, também os cidadãos e os empresários devem ter como objectivo produzir mais, melhor e em menos tempo.
Muita gente esquece-se ou desconhece que grande parte das pontes gozadas, são descontadas em dias de férias, nas organizações onde existe um efectivo controlo e planeamento, pois assim aumentam-se os períodos de descanso, mas sem grandes interrupções ou quebras de produção.
Um exemplo que acho muito bom, é o de algumas empresas da nossa região, que entendem que o descanso é importante e para tal promovem várias pausas durante o ano. Concedendo mais dias de férias? Não.
Através do aumento em uma hora, hora e meia diária de trabalho, o que depois origina mais horas para descontar em dias de férias. Política idêntica têm seguido algumas autarquias quando alargam o período diário de trabalho e depois encerram um dia ou meio por semana. Assim alargam o seu horário de atendimento em certos dias da semana e com a folga, os funcionários podem tratar dos seus assuntos, sem necessidade de pedirem dispensa ou faltar, prejudicando muitas vezes os serviços.
Entendo que uma das nossas grandes carências está na falta de motivação de quem produz. Acho que quer no sector privado, mas também no público, não se aposta (na maioria dos casos) na motivação dos funcionários.
Uma pesquisa realizada no Brasil apurou que 49% dos funcionários das empresas têm medo de dizer o que pensam, incluindo críticas, propostas de mudança, reclamações e ideias. Acredito que em Portugal a percentagem é seguramente superior, fruto de uma forma de estar em que muitas vezes os funcionários são apenas vistos como um factor de produção e não como alguém que pode fazer parte da empresa, sentir-se membro de uma equipa e assim produzir e trabalhar com maior gosto e vontade.
Quantas empresas e organismos públicos relevam verdadeiramente a formação dos seus colaboradores?
Quantos é que promovem actividades extra-laborais de carácter lúdico e/ou desportivo de forma a fortalecer os laços de equipa e companheirismo?
Quantos é que promovem o mérito em detrimento do amiguismo?
Quantos é que valorizam opiniões, propostas e ideias dos colaboradores, por mais simples que sejam as funções que desempenham. Quantos é que criam as condições para tal?
Uma organização onde as pessoas não comuniquem, não arrisquem, não criem, não se desenvolvam, é uma organização que não inova, não evoluirá, no fundo dificilmente alcançará o sucesso.
Além da valorização dos recursos humanos, entendo que outro dos grandes problemas que temos é alguma falta de planeamento e receio de inovar. Por exemplo a nível dos horários de trabalho.
Porquê que quase todos nós trabalhamos durante o mesmo período do dia? Porquê que muitas vezes o comércio e serviços (públicos e privados) apenas funcionam durante o mesmo horário, quase sempre das 9.00 horas da manhã às 18.00 horas da tarde?
Como é que alguém que queira fazer compras ou aceder a um serviço, o pode fazer se o seu horário de trabalho coincide com o horário de funcionamento desse estabelecimento. Tem que aguardar pelas férias, ou então faltar ao serviço.
Acho que aqui podíamos ser um pouco mais vanguardistas e começar a ter horários diferenciados e com essa medida ganhávamos todos, começando desde logo pelo tráfego automóvel. Sim se existem horas de ponta é porque quase todos à mesma hora estamos a conduzir em direcção ou vindos dos locais de trabalho e isso não acontecerá se tivermos horários diferenciados.
Estou certo que assim também se melhorarão as condições de trabalho e lazer de todos.
Tenho a convicção que uma verdadeira aposta nos recursos humanos das empresas e organizações é o segredo para sairmos da crise, motivando e rentabilizando esses recursos que tantas provas de valor apresentam. Se todos sentirmo-nos como parte da solução, os problemas serão resolvidos e demonstraremos cada vez mais as nossas excelentes capacidades de trabalho.

04 junho 2010

A questão da regionalização e do Ordenamento do Território.


Aquando da abordagem do máximo interesse em desenvolver parâmetros concretos de capitalização de recursos favoráveis ao desenvolvimento do Ordenamento do Território, é peremptória a consciencialização da importância da Regionalização como factor base de procedimento.

É correcto afirmar que a Regionalização atrai sérios impactos positivos e negativos. Dependendo da posição e da opinião demarcada por cada um, um dos factores extremamente benéficos é o Ordenamento do Território. O Ordenamento do Território gerido individualmente através de regiões administrativas directamente responsáveis seria alvo de um superior impacto Económico, Ambiental e Social.

O pressuposto do Ordenamento do Território associado à Regionalização é a atracção de novos investimentos por parte das Regiões, significando assim um crescente «individualismo Regional». Este conceito permitirá um maior desenvolvimento das regiões e consequentemente criação do factor laboral.

No contexto Económico, este pressuposto assume toda a vertente positiva. De facto, o que une um Portugal não regionalizado é a busca por soluções equitativas de investimento em prol de um desenvolvimento fundamentalmente sustentável. No contexto jurídico, a situação é deveras mais complexa. Novas formas de aplicação legal deverão ser implementadas, não numa vertente de total organização Nacional, ou seja, a criação de uma legislação comum, mas sim a adopção de regulações próprias para cada Região, adaptadas consoante o seu contexto Económico, Social e Jurídico.

Esta última vertente é francamente importante uma vez que, «aquilo que alguns empresários e autarcas verdadeiramente desejam é viver num mundo perfeito sem outras regras que não as do interesse próprio. Na Suíça, quanto mais baixo é o nível do decisão, mais aportadas são as exigências ambientais aos investidores. Não é isso, porém, o que sucede entre nós. Nos últimos anos, os atropelos à legalidade em matéria do ordenamento do território têm sido uma constante, com resultados visíveis, principalmente, ao longo da costa portuguesa.”, Prof. A. M. Santos. Nabo.

Em tom de conclusão, através desta gestão regional do ordenamento do território, outros tipos de sectores serão francamente afectados, entre eles a gestão eficaz das políticas marítimas e dos recursos costeiros, a mobilidade e transporte, a gestão da água e energia, dentro do âmbito Sócio-Económico e, indiscutivelmente a promoção cultural, dentro do âmbito do desenvolvimento de processos de atracção das regiões.


Um bem Haja,

Marco Dias Rodrigues

02 junho 2010

Jantar Geracional da JSD Distrital foi um Sucesso!

Realizou-se no passado Sábado dia 29 de Maio em Almeirim o I jantar Geracional organizado pela Comissão Política Distrital da JSD de Santarém.
O Salão Moínho de Vento encheu para ver a Homenagem dos actuais Dirigentes da JSD Distrital aos antigos Dirigentes da mesma estrutura, nomes como Octavio Oliveira, Miguel Relvas, Vasco Cunha, Pedro Marques, João Moura, Pedro Reis, Luis Coelho, Vânia Neto entre outros, foram chamados para receberem uma medalha das mãos dos vários Dirigentes que neste momento integram a Comissão Política Distrital.
O Presidente da Comissão Política Distrital João Leite agradeceu o empenho e a dedicação daqueles que ao longo dos anos lideraram a estrutura e terminou dizendo "Esta é a JSD que queremos, com mais força com mais garra com mais juventude, se conseguirmos tudo isto temos um PSD mais forte para enfrentar os desafios do futuro, não podemos pensar no futuro sem honrar o passado..."
A JSD Secção de Santarém marcou presença com 35 elementos, sendo a Concelhia com maior representatividade no evento.
O Presidente da Concelhia Diogo Gomes felicitou a Comissão Política Distrital, não só pela magnitude do evento como pela importância da troca de experiências entre os Ex-Jotas que hoje são altas figuras do PSD Nacional.
O Secretário-Geral da Comissão Política Nacional, António Amaro, além de felicitar o evento referiu "... que a energia desta Comissão Política vai muito para além das fronteiras do Distrito de Santarém..." e que foi com muito gosto e honra que esteve presente no I Jantar Geracional.
Viva a JSD
Viva Santarém

27 maio 2010

Diferença entre um GNR e um socialista

Um homem, voando de balão, dá conta de que está perdido. Avista um GNR, aproxima-se dele e pergunta-lhe:

- Pode ajudar-me? Fiquei de me encontrar às duas da tarde com um amigo, já estou meia hora atrasado e não sei onde estou.
- Claro que sim! - responde-lhe o guarda - O senhor está num balão, a 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus norte e as longitudes 7 e 9 graus oeste.

- Você é da GNR, não é?

- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?

- Muito fácil: porque o que me disse está tecnicamente correcto mas é inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação...

- Ah! Então você é socialista!

- Sou! Como descobriu?

- Muito fácil: porque você não sabe onde está nem para onde vai, assumiu um compromisso que não vai poder cumprir e está à espera de que alguém lhe resolva o problema. Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!...

09 maio 2010

Dia da Europa - 9 de Maio


Hoje celebra-se o dia da Europa. Um dia em que a Democracia seguramente revela toda a sua importância na construção de um Planeta mais correcto, partilhado e equitativo. A Democracia é a arma dos poderosos, possuindo uma força inigualável comparativamente a outras tipologias de pensamento. Desta forma, agradeço a todos os cidadãos Europeus, sem desmérito de nenhum, pela constante unificação do pensamento Europeu.


Viva a Europa, viva a Democracia.

Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

01 maio 2010

JSD Distrital cria “universidade móvel descentralizada”


A militância de jovens com idade inferior a 18 anos é, para a Juventude Social Democrata (JSD), um “vector crucial” no desenvolvimento político do distrito. Nesse sentido, a Comissão Política Distrital, liderada por Nataniel Araújo, levará a cabo, este mês, várias acções juntos das escolas locais...
...de forma a motivar os jovens para esta realidade. Será uma espécie de “universidade móvel descentralizada” que terá início na Escola Camilo Castelo Branco, em Vila Real.

“A formação ‘sub 18’ é um vector que há muito tempo estava a ser trabalhado. Está em vista a renovação dos quadros da JSD, começando por inovar a forma de fazer política no distrito. Por isso, intitulamos esta acção de ‘Projecto Tangerina’ onde serão seleccionados formadores distritais que se deslocarão aos catorze concelho do distrito. A nossa missão não é influenciar os jovens a ingressar na JSD, mas sim estimular a participação política. Se ingressarem na nossa estrutura temos duas vitórias, se ingressarem em qualquer outra, depois da nossa intervenção, teremos uma”, esclareceu o líder da “Jota”.

Assim, esta iniciativa estará a cargo de um Gabinete de Formação, que será dividido em três entidades: Bolsa de Formadores, Mediateca de formação e Fórum.

Um exemplo da militância juvenil é o Francisco Saavedra, de apenas 14 anos. Frequenta o 9º ano na Escola Secundária São Pedro e desde pequeno que acompanha as campanhas eleitorais. “Sempre tive vontade de participar activamente na política e tenho perspectivas de seguir este caminho. Esta formação é, por isso, importante para nos despertar o sentido crítico e perceber que a politica é determinante na democracia”, disse.

Este “projecto ambicioso” irá mobilizar cerca de 1500 jovens e terá o apoio do presidente da Comissão Política Nacional do PSD, Pedro Passos Coelho.

No próximo dia 9 de Maio a “Jota” distrital irá reunir com vários dirigentes nacionais, de forma a entregar a cada concelhia um “kit de formação” indispensável para a realização desta iniciativa. A JSD, no distrito, trabalha já com praticamente todas as catorze concelhias e conta com, aproximadamente, 1200 militantes, a maioria com mais de dezoito anos.


In Notícias de Vila Real

27 março 2010

Pedro Passos Coelho eleito Presidente do PSD

26 março 2010

VOTEM!

Hoje entre as 17 e as 23 horas decorrem eleições para a Liderança do Partido Social Democrata! Vote na sua secção! O seu voto pode fazer toda a diferença!Participe!

Não chega!


A propósito da abstenção na votação do PEC, a ultima asneira de um consulado de Manuela Ferreira Leite que foi um churrilho de disparates do inicio até ao fim, leio no DN que 17 deputados deputados do PSD e o líder da JSD, Pedro Rodrigues, apresentarão uma declaração de voto contra o projecto de resolução.

Admito a atitude no caso dos 17 deputados, mas no caso do nosso líder tenho de dizer , claramente, que não chega. È manifestamente insuficiente.

Se há coisa de que Manuela Ferreira Leite não se poderá queixar é da postura da JSD durante o seu mandato. debaixo da liderança de Pedro Rodrigues a JSD foi sempre de uma lealdade e correcção absolutamente extraordinárias.

Com Pedro Rodrigues a Jota andou com o partido ao colo em 2 actos eleitorais, tendo grande quota de responsabilidade na vitória nas europeias e no evitar de um desastre maior nas legislativas. Com Pedro Rodrigues a Jota esteve sempre na 1ª linha do combate a José Sócrates. Com Pedro Rodrigues a Jota recuperou a sua capacidade de mobilização. Com Pedro Rodrigues a Jota deu sempre o peito ás balas quando tal se justificava. Com Pedro Rodrigues a Jota deixou de ser falada pelas festas e comportamentos irresponsáveis. Com Pedro Rodrigues a Jota recuperou a sua credibilidade e o seu papel da grande organização Politica de juventude Portuguesa.

Mas foi também com Pedro Rodrigues que a Jota assistiu ao descalabro do Partido sem nunca publicamente dar um murro na mesa. Foi com Pedro Rodrigues que a Jota assistiu a disparate atrás de disparate por parte de Ferreira Leite sem nunca deles se demarcar. Foi com Pedro Rodrigues que a Jota assistiu ao excluir de militantes das listas (por delito de opinião e contra vontade das bases) sem nada dizer. Foi com Pedro Rodrigues que a Jota se secundarizou quando mais se exigia a sua independência perante a fragilidade da CPN do Partido. Foi com Pedro Rodrigues que a jota terá esquecido o seu principal papel, aquele a que Francisco Sá Carneiro se referiu quando apelidou a Jota de "consciência critica do partido".

A votação do PEC foi um claro exemplo disso.

Meu caro Pedro, a tua atitude de apresentares uma declaração de voto contra o PEC é perfeitamente aceitável. Mais te digo, deveria ter sido tomada por outros que na campanha interna defendem o voto contra e agora nada fizeram.

Mas não chega! Há alturas em que um líder da JSD se exige mais. Há alturas em que a JSD deve salvar o partido de si mesmo, fazer rupturas. Tendo a CPN do PSD legitimidade institucional para tomar a posição que tomou, a verdade é que já não possui legitimidade politica. E não fazendo essa ruptura, a jota ficou vinculada a mais um disparate de uma direcção desastrada.

A JSD deveria ter dado instruções claras aos seus Deputados para votarem contra o PEC! mesmo contra a vontade da CPN e direcção do grupo parlamentar.

Não o fez. E assim prestou um mau serviço ao partido.

E mais uma vez falhou na sua missão de ser a consciencia critica do partido.

1,2,3, vamos lá outra vez!


E lá vamos nós para mais umas eleições internas no nosso partido. São já as quartas (eleições) com directas em que voto e confesso que já necessito de um algum esforço para ( caso tivesse de juntar as outras eleições para a liderança no período pré-directas) me lembrar do total de eleições internas em que votei.

Mas não é por serem mais umas que estas deixam de ser importantes, muito pelo contrário. Estou plenamente convencido que nestas eleições mais que o próximo líder do PSD os militantes estarão ,de facto ,a eleger o próximo primeiro-ministro de Portugal.

E como de professor Marcelo todos temos um pouco, vou aqui analisar um pouco o que foram os principais temas da campanha e aposição dos candidatos em relação a esses temas:

PEC:

Passos Coelho- defendeu o voto contra e já anunciou que não se sente vinculado pela posição assumida pelo PSD nesta votação.

Paulo Rangel- Também defendeu o voto contra e lamentou a abstenção do PSD. Mas não disse o que pretendia agora fazer.

Aguiar Branco: fiel á posição assumida.

Opinião: creio que Passos está corretissimo neste ponto, Rangel está bem ao defender voto contra mas fica a meio da ponte ao não revelar o que pretende fazer, e Aguiar Branco não podia seguir outro caminho.

MOÇÃO DE CENSURA:

Passos Coelho: defende-a em duas situações; se a comissão parlamentar sobre o negocio PT-TVI provar que Sócrates mentiu ou se o governo der mostras de não conseguir governar.

Paulo Rangel: neste ponto está surpreendentemente moderado (cauteloso?). Prefere não provocar uma "crise politica".

Aguiar Branco: apenas admite tal atitude se ficar provado que Sócrates mentiu no caso PT-TVI.

Opinião: de acordo com Passos e com Aguiar, não deixo de estranhar que o candidato que mais se mostrou ao ataque nestas eleições, Rangel, se mostre tão cauteloso neste ponto.

REGIONALIZAÇÃO:

Passos Coelho: o mais original nesta matéria! Defende o fim da consulta obrigatória, instituindo-se a regionalização pela via parlamentar, começando pelo Algarve.

Paulo Rangel: defende o referendo interno e depois o nacional.

Aguiar Branco: defende o referendo interno e depois o nacional.

Opinião: eu quero é que a regionalização se faça de uma vez! E folgo em ver que os três a desejam. Só acho é que a fazerem-se experiências, estas não deveriam ser limitadas ao Algarve.

JUSTIÇA (PGR)

Passos Coelho: defende a demissão do PGR.

Paulo Rangel: è contra a demissão do PGR

Aguiar Branco: é contra a demissão do PGR.

Opinião: 200% de acordo com Passos Coelho. Já basta o que basta. O que é demais é erro. No regime democrático não podem existir intocáveis, uma espécie de burros sagrados.

REVISÃO CONSTITUCIONAL

Passos Coelho: Circulo nacional único acompanhado de diversos círculos uninominais (eleições legislativas)

Paulo Rangel: ?

Aguiar Branco: reforço dos poderes do presidente da Republica, nomeadamente na nomeação do PGR e do gov. do banco de Portugal

Opinião: não conheço as propostas de Paulo Rangel para esta área, embora admita que ,obviamente, as terá. No resto estou de acordo com Passos e Aguiar Branco.

Estes foram, a meu ver, os 5 principais pontos (políticos) da campanha e a maneira como os interpretei. E aqui está a prova de que por mais que a impressa se preocupe em passar a imagem de que no PSD só se discutem quotas e caciques, se fez de facto politica e se debateu sobretudo o país.

Agora só resta votar. Sempre em consciência.

Pelo PSD.

Por Portugal.

24 março 2010

Debate entre os Candidatos à Liderança do PSD

16 março 2010

Discurso de Fernando Costa no Congresso do PSD

15 março 2010

NOTAS SOLTAS!


Com grande pena minha não pude estar presente no congresso de Mafra. É que dia 20 são as eleições para o meu Vitoria (do qual sou sócio á 27 anos), e perante o carácter absolutamente decisivo de que estas se revestem entendi que se justificava mais a minha presença neste terreno, contribuindo nesta luta pela mudança. Mas procurei acompanhar via TV e NET o máximo possível do que se passava em Mafra. Não entrarei por isso em grandes análises de fundo. Apenas deixar algumas notas soltas que me chamaram a atenção:

EX-LIDERES:

.a presença, louvável, de alguns ex-lideres (é incrível como já vão sendo tantos), e a sua participação activa no congresso.

. Marcelo fez o seu numero mediático, baralhou, não resultou em nada

.Santana ia de facto com vontade de trabalhar e só lamento que a sua excelente proposta para a realização de congressos e directas simultâneas tenha sido chumbada (o espírito caciquista ainda é muito forte)

.Menezes foi o único que teve a coragem e frontalidade de assumir o seu apoio

CANDIDATOS:

JOSÉ PEDRO AGUIAR BRANCO

.uns furos abaixo do que mostrou no debate, mas o que tem o discurso mais moderado e apaziguador

.tem claramente menos tropas que os outros candidatos (á excepção de castanheira barros), estando o grosso das suas "tropas" situado no Porto. Não chega.

.parece claro que lutará até ao fim, o que só o engrandece a ele e aos seus. A honra pessoal não pode estar alheada da politica e esta candidatura é uma prova clara de que mesmo em inferioridade vale sempre a pena lutar quando nos sentimos atingidos na nossa dignidade.

PAULO RANGEL

.melhor que nos debates, está em crescendo

.tem apoios bem definidos entre o "barões"(palavra horrível) do partido. São disso exemplo Alberto João Jardim ou José Luis Arnaut, homens com experiência e conhecedores do aparelho.

.conta com o apoio maioritário da actual direcção da JSD, como alias ficou evidente no discurso de Pedro Rodrigues, ou na presença a seu lado de Duarte Marques ou Joaquim Biancard Cruz ou até mesmo pela constante presença da sua mandatária da juventude, Francisca Almeida

.É claramente o favorito da actual direcção do partido, ficando por isso com o indesejável rótulo da continuidade, do qual procura fugir como o Diabo da Cruz

PEDRO PASSOS COELHO

.pese o percalço no primeiro discurso (que deixa bem claro a falta de lisura de Alberto João), acabou bem, falando para o país e dando imagem clara de que pode ser um bom Primeiro-ministro

.foi o unico que contou com o apoio expresso de um ex-líder. a que se devem as cautelas dos restantes?

.contou a seu lado com diversas figuras de proa do partido( tal como Rangel). Mas mais importante, tinha a seu lado diversas figuras que não sendo muito reconhecidas pela imprensa de Lisboa são no entanto figuras extremamente influentes no nosso partido, aquelas que mais contam

.não acusou o toque do apoio da Jota a Rangel. Até porque me parece que nem sempre o apoio de uma direcção significa o apoio maioritário de uma estrutura. E este pode ser um desses casos.

CASTANHEIRA BARROS

.apenas realçar, mais uma vez, a grande lição de espírito cívico e militante que nos está a dar. Só por isso já merece o respeito de todos nós

O RESTO

.o momento alto do congresso foi sem duvida o grande discurso de Fernando Costa, que disse o que 90% dos militantes pensam mas ,pelos vistos, só ele tem a coragem de dizer

.Santana não declarou qualquer apoio mas pareceu evidente a sua proximidade com Aguiar Branco. E Aguiar Branco bem precisa de apoios

. ao contrário de eleições anteriores a direcção da Jota assumiu claramente o seu candidato, Paulo Rangel, ao invés de distribuir os seus apoios. È uma opção discutível, como o são todas. Resta agora saber se essa é a vontade clara da maioria dos militantes da jota. E já agora, se é um apoio convicto a 100%, ou se não existirá algum espírito de revanche para com Passos Coelho á mistura. De qualquer modo parece uma posição que antecipa o final de um (muito bom) regime na Jota.

.trapalhada na votação dos estatutos e algumas "botas" difíceis de descalçar, como a da equiparação de concelhias a muníncipios

."lei da rolha"? Quem foi o idiota que se lembrou de propor isso? Isto é o PSD não o PCSD (partido comunista social democrata). Mais uma trapalhada para futuro líder resolver.


PS(D):acabei de escrever um artigo de opinião. Como tal não tenho qualquer pretensão de ser isento. É o meu ponto de vista e apenas isso. E para que não fique a mais pequena duvida, deixo mais uma vez claro o meu sentido da voto: VOU VOTAR EM PEDRO PASSOS COELHO!

12 março 2010

A Ruptura Necessária

No Próximo dia 26 de Março iremos ter as eleições directas para o Líder do PSD. Será essencialmente o momento em que os militantes são chamados para decidir quem querem ver liderar o Partido e, mais do que nunca, liderar Portugal. Não tenho a mínima dúvida que o futuro líder do PSD será a curto prazo o Primeiro-Ministro de Portugal.
O País espera ansiosamente e observa muito atentamente o processo eleitoral do nosso Partido. Sente-se no dia-a-dia que virá dali a esperança necessária. É do PSD que se espera que consiga dar a volta ao estado do País e conseguir catapultar Portugal para um futuro melhor.
Sendo subscritor do Congresso Extraordinário que se realizará a 13 e 14 de Março penso que será o momento alto do debate de ideias e de projectos dos candidatos. Será o momento em que toda a atenção do País e mais concretamente dos militantes estará em Mafra, a ouvir e a reflectir sobre a situação tanto do Partido como do País e saber o que cada candidato apresenta como solução. Tenho a certeza que será um congresso esclarecedor.
Mas o título do meu post demonstra aquilo que penso acerca do futuro líder do PSD. Creio que chegou a altura de votar um projecto de ruptura contra o actual estado de coisas e ao mesmo tempo transmitir esperança aos Portugueses, a quem se tem pedido tantos sacrifícios sem conseguirem vislumbrar com que objectivo o fazem.
Não tenho dúvidas quanto ao Projecto apresentado por Paulo Rangel como sendo o mais esclarecedor, responsável e com uma mensagem de esperança que consegue transmitir aos Portugueses, tendo-o feito na altura das eleições europeias em que todas as sondagens indicavam uma derrota do PSD e no qual saiu como grande vencedor.
O Sinal que tem de ser dado ao País é que em 2009 tínhamos razão! O PSD efectivamente tinha razão no que defendia no seu projecto. O País ficou pior, o que o Primeiro-Ministro prometeu em várias localidades o Ministro das Finanças anunciou que, afinal, estamos mesmo mal e já não se pode realizar o que se prometera.
Não creio que numa altura tão crucial para o Partido, que pretende reerguer-se junto do seu eleitorado, que pretende uma unidade clara em volta da causa nacional, escolha agora um projecto alternativo protagonizado por Pedro Passos Coelho que defenda uma mudança e que em muitos casos critica as medidas até agora defendidas pelo PSD. Reconheço valor a Passos Coelho, assim como a José Pedro Aguiar-Branco que tem estado bem como Líder Parlamentar. Mas creio que neste momento precisamos de um líder que consiga mobilizar verdadeiramente o Partido. Precisamos de um Líder que consiga mobilizar não só os nossos militantes mas o País para um futuro que sabemos que não é fácil, mas que perseguimos o objectivo de recuperar economicamente, credibilizar a justiça, melhorar a educação com uma aposta clara num ensino de qualidade. É necessário Libertar as gerações futuras para que estas não estejam condicionadas pelos compromissos e bloqueios que o PS tem criado e continua a criar ao longo de quinze anos de governação socialista.
No dia 26 de Março pretendo dar o meu voto a este projecto de ruptura necessário credibilizando o meu Partido dando uma solução para o País, sendo o PSD o portador dessa esperança e desse projecto catalisador que Portugal precisa para rapidamente conseguir construir uma sociedade mais justa e equilibrada com melhores condições de vida e abandonarmos definitivamente a cauda da Europa.

10 março 2010

A Importância da informação na JSD

Ninguém duvida que vivemos numa sociedade comunicacional. E nesta, tal como o ar, as notícias sobre (quase) tudo e sobre (quase) todos circulam ininterruptamente. Na feliz expressão de McLuhan, nos dias que correm o mundo não passa de uma “aldeia global”. Quem não tiver consciência disto, não está preparado para fazer chegar a sua mensagem junto dos seus concidadãos que, a ser assim, facilmente conhecerão o que se passa no extremo da aldeia, mas continuarão sem saber o que está a acontecer à porta da sua casa ou à porta do vizinho da sua rua.
Daí que seja fundamental que qualquer instituição/organização desenvolva instrumentos e estratégias de comunicação que se traduzam na construção de uma eficaz e eficiente rede por onde circule a informação.

É neste contexto que em qualquer Comissão Política Nacional da JSD é importantíssimo o Gabinete de Informação Nacional. Trata-se, como é óbvio, de um órgão a quem compete promover a comunicação interna e externa da CPN, contribuindo para a consolidação e manutenção da imagem do JSD e difusão da sua mensagem.

Exemplo de um plano estratégico de comunicação de uma CPN:
Sob a orientação do Director de Informação Nacional da JSD em estreita colaboração com toda a Comissão Política, caberá a este Gabinete a implementação das seguintes tarefas:

• Promover uma política de comunicação forte e eficaz, em que a circulação da comunicação entre a CPN e os seus militantes e simpatizantes seja sinónimo de proximidade e de interacção;

• Promover e divulgar a imagem da CPN junto do público externo e dos Órgãos de Comunicação Social, de forma a interagir com a sociedade de um modo mais dinâmico;

• Gerir a relação da JSD com os Órgãos de Comunicação Social;

• Divulgar junto dos media as tomadas de posição assumidas pela CPN, assim como as iniciativas e eventos considerados relevantes;

• Criar e gerir os conteúdos do sítio institucional na Internet;

• Elaborar, periodicamente, uma newsletter para os militantes e simpatizantes do JSD (distritos e regiões autónomas) que, para o efeito, se registem;

• Potenciar sinergias para o envolvimento dos militantes e simpatizantes nos projectos e realizações da JSD nos respectivos distritos e regiões autónomas;

• Todo este trabalho seja realizado de forma articulada com a Comissão Política Nacional da JSD e o Gabinete de Informação Nacional da JSD com a finalidade de obter uma uniformização do mesmo para através da Newsletter potenciar, divulgar e canalizar as actividades realizadas nos diversos distritos e respectivas regiões autónomas capitalizando assim as iniciativas especificas colocando a informação acessível a todos os militantes;

• Capitalizar o formato da Contacto;

• Criação de uma base de dados com o endereço dos membros da Comissão Política Nacional, Mesa do Congresso, Conselho de Jurisdição Nacional, Conselho Nacional, Comissões Políticas Regionais ,Comissões Políticas Distritais ,Comissão Política de Secção e Núcleos;

• Criação de Forúns tipo chat no Site da JSD sobre temas da actualidade sempre que oportuno;

• Possibilidade de diálogo entre membro da CPN e militantes com horário estabelecido;

• Adesão ao hi5, facebook , my space, second life;

• Anuncio de informação relevante através de sms para os militantes;

• Reforço na aposta na JSD TV (Cobertura da Universidade de Verão, Universidade da Europa, Universidade do Poder Local, iniciativas de formação política, factos relevantes);

• Reforço na aposta na JSD Foto;

• Aposta em Tempos de Antena sempre que necessário uma vez que estes são meios de difusão de mensagem e a JSD como maior organização política de Juventude em Portugal tem de ser a alavanca da mudança;

Pretende-se que, através do trabalho deste Gabinete de Informação Nacional da JSD, passe para o exterior, nomeadamente, para a Comunicação Social, e, por seu intermédio, para a população em geral e para a juventude em particular uma mensagem oportuna, pertinente, coerente e concertada, transmitida numa linguagem tecnicamente correcta e profissional, sob o ponto de vista jornalístico.
É a isso que nos obrigam os valores sociais democratas em que acreditamos, mas é isso que, sobretudo, nos exigem os jovens ao esperarem de nós ideias e projectos válidos para a resolução dos seus problemas e para a melhoria da sua qualidade de vida.

Na política como em tudo na vida, quem não aparece esquece. E quem é esquecido deixa de existir…

Importa, portanto, que as nossas ideias e as nossas propostas sejam divulgadas. Que as nossas iniciativas sejam noticiadas. Porque de nada valerá a excelência da nossa mensagem, porventura a melhor da região, se as pessoas que vivem nesta rua da nossa aldeia global chamada Portugal não a conhecerem.´

As rádios e os jornais dos Distritos, são meios em que devemos saber investir, mantendo com todos eles uma relação correcta, sempre através do email oficial. E o mesmo se diga, caso se justifique, com os media de âmbito nacional.
E, assim, ganhará a JSD. Ganhará Portugal…

[Artigo de Opinião publicado na qualidade de convidado no blog "Laranja Choque" (www.laranjachoque.blogspot.com)]

04 março 2010

Conselho Nacional da JSD aprova moção contra a introdução de portagens na A28 e apela à manutenção do regime das SCUT´s

O Conselho Nacional da JSD, reunido em Rio Maior, Distrito de Santarém, aprovou por unanimidade a moção apresentada pelo Conselheiro Nacional de Viana do Castelo contra a introdução de portagens no IC1/A28 e consequente manutenção do actual regime das SCUT´s enquando a actual conjectura económica subsistir.

Segundo o dirigente da JSD José Alfredo Oliveira e deputado à Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho “a opção pelo regime das SCUT pretendia, na altura da sua criação, fomentar a modernização e o crescimento da economia nacional, assim como o aumento da qualidade de vida da população, através da criação de um sistema de mobilidade mais solidário, com mais segurança e menores tempos totais de deslocação não apenas entre as várias regiões minhotas do Porto, Braga e Viana do Castelo mas também com a Galiza.”

“No entanto, hoje, não se verificam atingidos os parâmetros de desenvolvimento sociais e económicos da nossa região previstos na altura da criação deste regime, assim como não há qualquer alternativa rodoviária viável que possibilide a ligação desta região em condições semelhantes, pelo que a introdução de portagens no IC1/A28, neste momento em que o País atravessa uma terrivel crise económica e social, seria altamente prejudicial para o desenvolvimento da nossa região, em particular, Viana do Castelo” refere.

A moção apresentada foi aprovada pela unanimidade dos conselheiros nacionais, tendo ainda sido subscrita pelas Comissões Políticas Distritais da JSD de Braga e do Porto, sendo agora levada à discusão na Assembleia da República pelo Deputados da JSD.

José Alfredo Oliveira