30 novembro 2011
25 agosto 2010
Universidade de Verão da JSD
Desde 2003 que se realizam as Universidades de Verão promovidas conjuntamente pelo PSD, a JSD, o Instituto Sá Carneiro e o Partido Popular Europeu, mas onde é preponderante e imprescindível a dinamização do eurodeputado Carlos Coelho.
Afirmando-se como uma verdadeira Academia de Formação, a JSD consegue com mais esta iniciativa, numa jornada de estudos intensivos, formar uma selecção de jovens quadros de elevado potencial, através de um naipe de formadores e oradores de grande qualidade.
Esta actividade reveste-se de muita importância e já serviu de exemplo a outras juventudes partidárias e até partidos, no âmbito da formação política dos jovens, para se afirmarem como cidadãos de pleno direito, apelando à sua intervenção cívica.
Escrevo sobre esta iniciativa, pois tive oportunidade de participar na edição de 2008 e posso garantir que apesar de ter muitos anos de participação activa no PSD e na JSD, esta foi a melhor e mais enriquecedora das actividades em que tive o prazer de participar.
Para mim a actividade política deve ter como objectivo essencial a resolução de problemas e a demanda permanente do desenvolvimento. Para tal é necessária reflexão, eventual produção de documentos e a natural procura da solução para as dificuldades em causa.
Uma iniciativa como a Universidade de Verão é fundamental para a criação destes (bons) hábitos da actividade política, que por vezes não estão na primeira linha de actuação dos dirigentes.
Para mim, que na altura era o participante mais velho e com conhecimento da “máquina”, foi muito satisfatório contactar com outros jovens, alguns com quase tanto de idade como eu de militância, onde em muitos casos era a primeira vez que participavam activamente numa iniciativa de carácter formativo.
Aproveitei esta oportunidade, para transmitir que infelizmente o mundo da política não é como o da Universidade de Verão. Apesar do nosso esforço físico e mental em tal actividade durante uma semana de elevada intensidade, muitas vezes a política consome energias em estéreis guerras internas ou até pessoais, por tudo menos a resolução dos problemas das populações.
Mas o que interessa relevar é a importância da realização de tais iniciativas que devem sim ser o ponto principal da acção política, felizmente e em boa hora a JSD soube alargar o âmbito, organizando também a Universidade Europa (subordinada a temas europeus) e a Universidade do Poder Local (essencial para a formação de jovens autarcas).
Tenho a certeza que estas iniciativas têm surtido o seu efeito, gerando uma geração de jovens mais interventivos, com elevada capacidade de intervenção, mas sobretudo com muito espírito crítico, não sendo “yes men” ou “yes girls”.
A Universidade de Verão está a ser o berço de uma nova postura e prática na política. Não importa que a copiem, ela foi organizada para ser exemplo e felizmente está a ser.
A melhor atitude que os participantes nestas actividades devem fazer e no fundo todos os jovens que felizmente participam activamente nas juventudes partidárias e nos partidos políticos, é continuar a lutar por um futuro melhor para todos e não apenas para si próprios.
20 agosto 2010
Quebra-cabeças de Verão
Independemente de a moldura penal prevista para este tipo de crimes ser ou não suficiente, não é essa a verdadeira questão. Incendiários, ou potenciais incendiários, certamente não cometem o crime com a intenção de serem apanhados e condenados. Assim, e uma vez que é irrelevante para o infractor a sanção de que poderá ser alvo, a melhor forma de contribuir para o atenuar de um problema que todos os verões se revela um verdadeiro quebra-cabeças é, claro está, a limpeza das matas.
Porém, surgem vários problemas: terrenos abandonados, proprietários sem condições económicas para proceder às operações de limpeza e, verdade seja dita, um grande número de terrenos pertencentes ao próprio Estado que necessitam de ser limpos. Não menos importante, é também fundamental encontrar um destino para os resíduos provenientes da limpeza.
Identificados os problemas, urge encontrar soluções. A rede de centrais de biomassa florestal, distribuída pelo território nacional, oferece a melhor e mais rentável solução para o tratamento dos resíduos florestais e, além de produzir energia de uma forma ecológica, ainda permite realizar uma poupança significativa na importação de barris de petróleo. Em 2009, a energia produzida por estas centrais foi equivalente à produzida com o recurso a 268 mil barris de petróleo, o que a um preço médio de 60 dólares por barril significou uma poupança superior a 16 milhões de euros.
A construção de 16 novas bioeléctricas, anunciada já este ano pelo Governo e cuja conclusão se encontra prevista para 2012, num investimento avaliado em aproximadamente 575 Milhões de euros poderá, sem margem de dúvidas, contribuir para uma gestão muito mais eficiente no processamento dos resíduos florestais.
Ainda assim, a questão dos terrenos abandonados, maioritariamente por incapacidade financeira dos seus proprietários para os preservar, carece de uma solução adequada. A legislação em vigor prevê a aplicação de coimas aos proprietários que não cumpram com a limpeza das suas propriedades. No entanto, a consciência das dificuldades que eventualmente iriam surgir de uma aplicação cega da lei conduz à falta de zelo. Está claro que o Estado não pode, nem deve, em circunstância alguma, substituir os particulares naquilo que são as suas responsabilidades legais, porém deve legislar atendendo à realidade destes.
Concluindo, e considerando que a médio-longo prazo a limpeza das matas pode mesmo tornar-se auto-sustentável e rentável, porque não começar a equacionar a atribuição de subsídios complementares, por escalões, àqueles que, mediante apresentação de elementos comprovativos de incapacidade económica, demonstrem não ter como proceder à limpeza das suas propriedades?
Mesmo sem considerar as eventuais e previsíveis subidas e oscilações no preço, 25 centrais bioeléctricas em funcionamento permitirão poupar, certamente, mais de 45 Milhões de euros anuais em importação de barrís de petróleo. Além disso, e sem ser possível contabilizar todo o esforço e sofrimento humano associado ao combate dos incêndios, é importante referir que só este verão, o quebra-cabeças já resultou em prejuízos estimados superiores a 200 milhões de euros. Como diria um antigo primeiro-ministro português “é fazer as contas!”
23 julho 2010
Os alicerces da Jovialidade.
28 junho 2010
Produtividade, Motivação e Planeamento
Apresentaram um projecto de resolução que aventa o corte de quatro feriados nacionais e a criação de um novo. Sugerem, entre outros, para o fim do 5 de Outubro, dia da Implantação da República, que este ano celebra o primeiro centenário.
A proposta das deputadas socialistas Teresa Venda e Rosário Carneiro, visa eliminar dois feriados civis e dois religiosos. No ensaio da proposta, além do 5 de Outubro, são eliminados o 1 de Dezembro, dia da Restauração, o Corpo de Deus e o de Todos os Santos (1 de Novembro).
As deputadas sugerem também que se colem feriados aos fins-de-semana que se lhes seguem, para acabar com pontes, com excepção para o Natal e Ano Novo. Também é proposta a criação do feriado de 26 de Dezembro, Dia da Família. Resumindo, de 14 passaríamos a ter 11 feriados.
Dos actuais 27 Estados membros, Portugal ocupa o sétimo lugar da lista dos países que gozam mais dias de férias e feriados (39 dias). O primeiro lugar pertence à Suécia, onde cada trabalhador tem direito a gozar 42 dias anuais, em contraste com a Estónia, com apenas 26 dias de descanso.
Há profundas diferenças na atribuição de dias de férias, feriados e tempo de trabalho anual na União Europeia (UE), revela o Observatório Europeu das Relações Laborais (EIRO).
Entendem as senhoras deputadas que diminuindo o número de feriados e alterando o seu dia de celebração para eliminar pontes, se aumentará a produtividade. Mas a produtividade não cresce por se trabalhar mais.
A produtividade pode ser definida como a quantidade de bens e serviços que um trabalhador produz num determinado período de tempo. O que interessa é a rentabilidade do tempo de trabalho. Produzir mais, trabalhando menos.
Por exemplo se houver um aumento de 10 dias de trabalho num ano (que não é o caso), isso equivale a aumentar o período de trabalho em 20 minutos por dia, ou a diminuir esse tempo nos intervalos.
São medidas destas que precisamos?
Esta proposta na minha opinião peca por não ter impactos económicos, além de prejudicar os sectores que beneficiam com as pausas, restauração, comércio, etc., e é uma proposta que se reveste de algum ridículo ao querer que se celebrem os feriados fora do dia consagrado. Alguém se vê a comemorar o 25 de Abril, a 23, 24, 26 ou 27 de Abril? E o Primeiro de Maio, festejado a 30 de Abril ou a 2 de Maio? Enfim, não faltam exemplos.
Por outro lado, o desaparecimento do 5 de Outubro, até parece castigo por ter atingido o centenário e para mim é confrangedor que duas deputadas eleitas pelo PS mas oriundas de movimentos católicos defenderem o desaparecimento do feriado de Todos os Santos, este até podia não ter dia fixo, mas desaparecer, quando é um dia importante para as famílias e também porque é o dia consagrado a todos os santos que não têm celebração durante o ano. Esta é caso para dizer “não lembraria ao diabo.”
Não me admiro se qualquer dia quiserem também que celebremos o nosso aniversário apenas e só se calhar ao fim de semana.
Sobre o dia da família, a 26 de Dezembro, acho muito bem que seja celebrado e até realçado, mas sem necessidade de ser feriado. Basta que se promova a família, sua construção e proliferação, mas com o que ultimamente se tem passado, não sei não…
Mas voltando à questão da produtividade, é pena que na Assembleia da República não se lembrem é de atacar interesses instalados, cortar em benesses exageradas, diminuir a despesa pública e sobretudo combater a burocracia e excesso de serviços e institutos públicos que se sobrepõe.
Mas aumentar a nossa produtividade não é só e apenas função do Estado, também os cidadãos e os empresários devem ter como objectivo produzir mais, melhor e em menos tempo.
Muita gente esquece-se ou desconhece que grande parte das pontes gozadas, são descontadas em dias de férias, nas organizações onde existe um efectivo controlo e planeamento, pois assim aumentam-se os períodos de descanso, mas sem grandes interrupções ou quebras de produção.
Um exemplo que acho muito bom, é o de algumas empresas da nossa região, que entendem que o descanso é importante e para tal promovem várias pausas durante o ano. Concedendo mais dias de férias? Não.
Através do aumento em uma hora, hora e meia diária de trabalho, o que depois origina mais horas para descontar em dias de férias. Política idêntica têm seguido algumas autarquias quando alargam o período diário de trabalho e depois encerram um dia ou meio por semana. Assim alargam o seu horário de atendimento em certos dias da semana e com a folga, os funcionários podem tratar dos seus assuntos, sem necessidade de pedirem dispensa ou faltar, prejudicando muitas vezes os serviços.
Entendo que uma das nossas grandes carências está na falta de motivação de quem produz. Acho que quer no sector privado, mas também no público, não se aposta (na maioria dos casos) na motivação dos funcionários.
Uma pesquisa realizada no Brasil apurou que 49% dos funcionários das empresas têm medo de dizer o que pensam, incluindo críticas, propostas de mudança, reclamações e ideias. Acredito que em Portugal a percentagem é seguramente superior, fruto de uma forma de estar em que muitas vezes os funcionários são apenas vistos como um factor de produção e não como alguém que pode fazer parte da empresa, sentir-se membro de uma equipa e assim produzir e trabalhar com maior gosto e vontade.
Quantas empresas e organismos públicos relevam verdadeiramente a formação dos seus colaboradores?
Quantos é que promovem actividades extra-laborais de carácter lúdico e/ou desportivo de forma a fortalecer os laços de equipa e companheirismo?
Quantos é que promovem o mérito em detrimento do amiguismo?
Quantos é que valorizam opiniões, propostas e ideias dos colaboradores, por mais simples que sejam as funções que desempenham. Quantos é que criam as condições para tal?
Uma organização onde as pessoas não comuniquem, não arrisquem, não criem, não se desenvolvam, é uma organização que não inova, não evoluirá, no fundo dificilmente alcançará o sucesso.
Além da valorização dos recursos humanos, entendo que outro dos grandes problemas que temos é alguma falta de planeamento e receio de inovar. Por exemplo a nível dos horários de trabalho.
Porquê que quase todos nós trabalhamos durante o mesmo período do dia? Porquê que muitas vezes o comércio e serviços (públicos e privados) apenas funcionam durante o mesmo horário, quase sempre das 9.00 horas da manhã às 18.00 horas da tarde?
Como é que alguém que queira fazer compras ou aceder a um serviço, o pode fazer se o seu horário de trabalho coincide com o horário de funcionamento desse estabelecimento. Tem que aguardar pelas férias, ou então faltar ao serviço.
Acho que aqui podíamos ser um pouco mais vanguardistas e começar a ter horários diferenciados e com essa medida ganhávamos todos, começando desde logo pelo tráfego automóvel. Sim se existem horas de ponta é porque quase todos à mesma hora estamos a conduzir em direcção ou vindos dos locais de trabalho e isso não acontecerá se tivermos horários diferenciados.
Estou certo que assim também se melhorarão as condições de trabalho e lazer de todos.
Tenho a convicção que uma verdadeira aposta nos recursos humanos das empresas e organizações é o segredo para sairmos da crise, motivando e rentabilizando esses recursos que tantas provas de valor apresentam. Se todos sentirmo-nos como parte da solução, os problemas serão resolvidos e demonstraremos cada vez mais as nossas excelentes capacidades de trabalho.
04 junho 2010
A questão da regionalização e do Ordenamento do Território.

Aquando da abordagem do máximo interesse em desenvolver parâmetros concretos de capitalização de recursos favoráveis ao desenvolvimento do Ordenamento do Território, é peremptória a consciencialização da importância da Regionalização como factor base de procedimento.
É correcto afirmar que a Regionalização atrai sérios impactos positivos e negativos. Dependendo da posição e da opinião demarcada por cada um, um dos factores extremamente benéficos é o Ordenamento do Território. O Ordenamento do Território gerido individualmente através de regiões administrativas directamente responsáveis seria alvo de um superior impacto Económico, Ambiental e Social.
O pressuposto do Ordenamento do Território associado à Regionalização é a atracção de novos investimentos por parte das Regiões, significando assim um crescente «individualismo Regional». Este conceito permitirá um maior desenvolvimento das regiões e consequentemente criação do factor laboral.
No contexto Económico, este pressuposto assume toda a vertente positiva. De facto, o que une um Portugal não regionalizado é a busca por soluções equitativas de investimento em prol de um desenvolvimento fundamentalmente sustentável. No contexto jurídico, a situação é deveras mais complexa. Novas formas de aplicação legal deverão ser implementadas, não numa vertente de total organização Nacional, ou seja, a criação de uma legislação comum, mas sim a adopção de regulações próprias para cada Região, adaptadas consoante o seu contexto Económico, Social e Jurídico.
Esta última vertente é francamente importante uma vez que, «aquilo que alguns empresários e autarcas verdadeiramente desejam é viver num mundo perfeito sem outras regras que não as do interesse próprio. Na Suíça, quanto mais baixo é o nível do decisão, mais aportadas são as exigências ambientais aos investidores. Não é isso, porém, o que sucede entre nós. Nos últimos anos, os atropelos à legalidade em matéria do ordenamento do território têm sido uma constante, com resultados visíveis, principalmente, ao longo da costa portuguesa.”, Prof. A. M. Santos. Nabo.
02 junho 2010
Jantar Geracional da JSD Distrital foi um Sucesso!
27 maio 2010
Diferença entre um GNR e um socialista
- Pode ajudar-me? Fiquei de me encontrar às duas da tarde com um amigo, já estou meia hora atrasado e não sei onde estou.
- Claro que sim! - responde-lhe o guarda - O senhor está num balão, a 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus norte e as longitudes 7 e 9 graus oeste.
- Você é da GNR, não é?
- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?
- Muito fácil: porque o que me disse está tecnicamente correcto mas é inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação...
- Ah! Então você é socialista!
- Sou! Como descobriu?
- Muito fácil: porque você não sabe onde está nem para onde vai, assumiu um compromisso que não vai poder cumprir e está à espera de que alguém lhe resolva o problema. Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!...
09 maio 2010
Dia da Europa - 9 de Maio

Hoje celebra-se o dia da Europa. Um dia em que a Democracia seguramente revela toda a sua importância na construção de um Planeta mais correcto, partilhado e equitativo. A Democracia é a arma dos poderosos, possuindo uma força inigualável comparativamente a outras tipologias de pensamento. Desta forma, agradeço a todos os cidadãos Europeus, sem desmérito de nenhum, pela constante unificação do pensamento Europeu.
01 maio 2010
JSD Distrital cria “universidade móvel descentralizada”

A militância de jovens com idade inferior a 18 anos é, para a Juventude Social Democrata (JSD), um “vector crucial” no desenvolvimento político do distrito. Nesse sentido, a Comissão Política Distrital, liderada por Nataniel Araújo, levará a cabo, este mês, várias acções juntos das escolas locais...
...de forma a motivar os jovens para esta realidade. Será uma espécie de “universidade móvel descentralizada” que terá início na Escola Camilo Castelo Branco, em Vila Real.
“A formação ‘sub 18’ é um vector que há muito tempo estava a ser trabalhado. Está em vista a renovação dos quadros da JSD, começando por inovar a forma de fazer política no distrito. Por isso, intitulamos esta acção de ‘Projecto Tangerina’ onde serão seleccionados formadores distritais que se deslocarão aos catorze concelho do distrito. A nossa missão não é influenciar os jovens a ingressar na JSD, mas sim estimular a participação política. Se ingressarem na nossa estrutura temos duas vitórias, se ingressarem em qualquer outra, depois da nossa intervenção, teremos uma”, esclareceu o líder da “Jota”.
Assim, esta iniciativa estará a cargo de um Gabinete de Formação, que será dividido em três entidades: Bolsa de Formadores, Mediateca de formação e Fórum.
Um exemplo da militância juvenil é o Francisco Saavedra, de apenas 14 anos. Frequenta o 9º ano na Escola Secundária São Pedro e desde pequeno que acompanha as campanhas eleitorais. “Sempre tive vontade de participar activamente na política e tenho perspectivas de seguir este caminho. Esta formação é, por isso, importante para nos despertar o sentido crítico e perceber que a politica é determinante na democracia”, disse.
Este “projecto ambicioso” irá mobilizar cerca de 1500 jovens e terá o apoio do presidente da Comissão Política Nacional do PSD, Pedro Passos Coelho.
No próximo dia 9 de Maio a “Jota” distrital irá reunir com vários dirigentes nacionais, de forma a entregar a cada concelhia um “kit de formação” indispensável para a realização desta iniciativa. A JSD, no distrito, trabalha já com praticamente todas as catorze concelhias e conta com, aproximadamente, 1200 militantes, a maioria com mais de dezoito anos.
In Notícias de Vila Real
27 março 2010
26 março 2010
VOTEM!
Não chega!

1,2,3, vamos lá outra vez!

24 março 2010
16 março 2010
15 março 2010
NOTAS SOLTAS!
12 março 2010
A Ruptura Necessária
O País espera ansiosamente e observa muito atentamente o processo eleitoral do nosso Partido. Sente-se no dia-a-dia que virá dali a esperança necessária. É do PSD que se espera que consiga dar a volta ao estado do País e conseguir catapultar Portugal para um futuro melhor.
Sendo subscritor do Congresso Extraordinário que se realizará a 13 e 14 de Março penso que será o momento alto do debate de ideias e de projectos dos candidatos. Será o momento em que toda a atenção do País e mais concretamente dos militantes estará em Mafra, a ouvir e a reflectir sobre a situação tanto do Partido como do País e saber o que cada candidato apresenta como solução. Tenho a certeza que será um congresso esclarecedor.
Mas o título do meu post demonstra aquilo que penso acerca do futuro líder do PSD. Creio que chegou a altura de votar um projecto de ruptura contra o actual estado de coisas e ao mesmo tempo transmitir esperança aos Portugueses, a quem se tem pedido tantos sacrifícios sem conseguirem vislumbrar com que objectivo o fazem.
Não tenho dúvidas quanto ao Projecto apresentado por Paulo Rangel como sendo o mais esclarecedor, responsável e com uma mensagem de esperança que consegue transmitir aos Portugueses, tendo-o feito na altura das eleições europeias em que todas as sondagens indicavam uma derrota do PSD e no qual saiu como grande vencedor.
O Sinal que tem de ser dado ao País é que em 2009 tínhamos razão! O PSD efectivamente tinha razão no que defendia no seu projecto. O País ficou pior, o que o Primeiro-Ministro prometeu em várias localidades o Ministro das Finanças anunciou que, afinal, estamos mesmo mal e já não se pode realizar o que se prometera.
Não creio que numa altura tão crucial para o Partido, que pretende reerguer-se junto do seu eleitorado, que pretende uma unidade clara em volta da causa nacional, escolha agora um projecto alternativo protagonizado por Pedro Passos Coelho que defenda uma mudança e que em muitos casos critica as medidas até agora defendidas pelo PSD. Reconheço valor a Passos Coelho, assim como a José Pedro Aguiar-Branco que tem estado bem como Líder Parlamentar. Mas creio que neste momento precisamos de um líder que consiga mobilizar verdadeiramente o Partido. Precisamos de um Líder que consiga mobilizar não só os nossos militantes mas o País para um futuro que sabemos que não é fácil, mas que perseguimos o objectivo de recuperar economicamente, credibilizar a justiça, melhorar a educação com uma aposta clara num ensino de qualidade. É necessário Libertar as gerações futuras para que estas não estejam condicionadas pelos compromissos e bloqueios que o PS tem criado e continua a criar ao longo de quinze anos de governação socialista.
No dia 26 de Março pretendo dar o meu voto a este projecto de ruptura necessário credibilizando o meu Partido dando uma solução para o País, sendo o PSD o portador dessa esperança e desse projecto catalisador que Portugal precisa para rapidamente conseguir construir uma sociedade mais justa e equilibrada com melhores condições de vida e abandonarmos definitivamente a cauda da Europa.
10 março 2010
A Importância da informação na JSD
Daí que seja fundamental que qualquer instituição/organização desenvolva instrumentos e estratégias de comunicação que se traduzam na construção de uma eficaz e eficiente rede por onde circule a informação.
É neste contexto que em qualquer Comissão Política Nacional da JSD é importantíssimo o Gabinete de Informação Nacional. Trata-se, como é óbvio, de um órgão a quem compete promover a comunicação interna e externa da CPN, contribuindo para a consolidação e manutenção da imagem do JSD e difusão da sua mensagem.
Exemplo de um plano estratégico de comunicação de uma CPN:
Sob a orientação do Director de Informação Nacional da JSD em estreita colaboração com toda a Comissão Política, caberá a este Gabinete a implementação das seguintes tarefas:
• Promover uma política de comunicação forte e eficaz, em que a circulação da comunicação entre a CPN e os seus militantes e simpatizantes seja sinónimo de proximidade e de interacção;
• Promover e divulgar a imagem da CPN junto do público externo e dos Órgãos de Comunicação Social, de forma a interagir com a sociedade de um modo mais dinâmico;
• Gerir a relação da JSD com os Órgãos de Comunicação Social;
• Divulgar junto dos media as tomadas de posição assumidas pela CPN, assim como as iniciativas e eventos considerados relevantes;
• Criar e gerir os conteúdos do sítio institucional na Internet;
• Elaborar, periodicamente, uma newsletter para os militantes e simpatizantes do JSD (distritos e regiões autónomas) que, para o efeito, se registem;
• Potenciar sinergias para o envolvimento dos militantes e simpatizantes nos projectos e realizações da JSD nos respectivos distritos e regiões autónomas;
• Todo este trabalho seja realizado de forma articulada com a Comissão Política Nacional da JSD e o Gabinete de Informação Nacional da JSD com a finalidade de obter uma uniformização do mesmo para através da Newsletter potenciar, divulgar e canalizar as actividades realizadas nos diversos distritos e respectivas regiões autónomas capitalizando assim as iniciativas especificas colocando a informação acessível a todos os militantes;
• Capitalizar o formato da Contacto;
• Criação de uma base de dados com o endereço dos membros da Comissão Política Nacional, Mesa do Congresso, Conselho de Jurisdição Nacional, Conselho Nacional, Comissões Políticas Regionais ,Comissões Políticas Distritais ,Comissão Política de Secção e Núcleos;
• Criação de Forúns tipo chat no Site da JSD sobre temas da actualidade sempre que oportuno;
• Possibilidade de diálogo entre membro da CPN e militantes com horário estabelecido;
• Adesão ao hi5, facebook , my space, second life;
• Anuncio de informação relevante através de sms para os militantes;
• Reforço na aposta na JSD TV (Cobertura da Universidade de Verão, Universidade da Europa, Universidade do Poder Local, iniciativas de formação política, factos relevantes);
• Reforço na aposta na JSD Foto;
• Aposta em Tempos de Antena sempre que necessário uma vez que estes são meios de difusão de mensagem e a JSD como maior organização política de Juventude em Portugal tem de ser a alavanca da mudança;
Pretende-se que, através do trabalho deste Gabinete de Informação Nacional da JSD, passe para o exterior, nomeadamente, para a Comunicação Social, e, por seu intermédio, para a população em geral e para a juventude em particular uma mensagem oportuna, pertinente, coerente e concertada, transmitida numa linguagem tecnicamente correcta e profissional, sob o ponto de vista jornalístico.
É a isso que nos obrigam os valores sociais democratas em que acreditamos, mas é isso que, sobretudo, nos exigem os jovens ao esperarem de nós ideias e projectos válidos para a resolução dos seus problemas e para a melhoria da sua qualidade de vida.
Na política como em tudo na vida, quem não aparece esquece. E quem é esquecido deixa de existir…
Importa, portanto, que as nossas ideias e as nossas propostas sejam divulgadas. Que as nossas iniciativas sejam noticiadas. Porque de nada valerá a excelência da nossa mensagem, porventura a melhor da região, se as pessoas que vivem nesta rua da nossa aldeia global chamada Portugal não a conhecerem.´
As rádios e os jornais dos Distritos, são meios em que devemos saber investir, mantendo com todos eles uma relação correcta, sempre através do email oficial. E o mesmo se diga, caso se justifique, com os media de âmbito nacional.
E, assim, ganhará a JSD. Ganhará Portugal…
[Artigo de Opinião publicado na qualidade de convidado no blog "Laranja Choque" (www.laranjachoque.blogspot.com)]
04 março 2010
Conselho Nacional da JSD aprova moção contra a introdução de portagens na A28 e apela à manutenção do regime das SCUT´s
Segundo o dirigente da JSD José Alfredo Oliveira e deputado à Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho “a opção pelo regime das SCUT pretendia, na altura da sua criação, fomentar a modernização e o crescimento da economia nacional, assim como o aumento da qualidade de vida da população, através da criação de um sistema de mobilidade mais solidário, com mais segurança e menores tempos totais de deslocação não apenas entre as várias regiões minhotas do Porto, Braga e Viana do Castelo mas também com a Galiza.”
“No entanto, hoje, não se verificam atingidos os parâmetros de desenvolvimento sociais e económicos da nossa região previstos na altura da criação deste regime, assim como não há qualquer alternativa rodoviária viável que possibilide a ligação desta região em condições semelhantes, pelo que a introdução de portagens no IC1/A28, neste momento em que o País atravessa uma terrivel crise económica e social, seria altamente prejudicial para o desenvolvimento da nossa região, em particular, Viana do Castelo” refere.
A moção apresentada foi aprovada pela unanimidade dos conselheiros nacionais, tendo ainda sido subscrita pelas Comissões Políticas Distritais da JSD de Braga e do Porto, sendo agora levada à discusão na Assembleia da República pelo Deputados da JSD.
José Alfredo Oliveira
